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Notícias

Publicada em: 20/07/2015 às 15h04 - Modificado em: 20/07/2015 às 15h15

Saiba como as mudanças da Caixa afetaram o financiamento imobiliário nos demais bancos




Saiba como as mudanças da Caixa afetaram o financiamento imobiliário nos demais bancos Com as mudanças das taxas e regras da Caixa Econômica Federal para o financiamento imobiliário, que passaram a valer em maio, quem comprar um imóvel usado pelo SFH (Sistema Brasileiro de Habitação) deverá dar uma entrada de no mínimo 50% e financiar a outra metade. Antes, a entrada mínima era de 20%. No caso do SFI (Sistema Financeiro Imobiliário), o valor mínimo da entrada passou para 60% e o consumidor pode financiar os outros 40%.


Segundo Daniele Akamines, sócia-diretora da Akamines Negócios Imobiliários, os outros bancos ganham competitividade com as novas regras e estão com disposição para continuar emprestando.

Assim, tais instituições podem ocupar a fatia do mercado que não está sendo suportada pela Caixa. “O Bradesco, por exemplo, anunciou no último mês que pretende crescer cerca de 20% no crédito imobiliário neste ano”, conta.

Daniele explica que, no mês de maio, todos os bancos sinalizaram algum tipo de mudança. “Itaú e Santander reduziram o LTV (Loan-To-Value) de 80% para 75% e 70%, respectivamente. Houve, ainda, aumento na taxa de juros de todas as principais instituições e o Banco do Brasil aumentou o prazo de financiamento para até 420 meses”, conta a advogada.

Após o aumento da taxa de juros no BB e na CEF, todos os principais bancos terminaram o mês de maio com taxas mais elevadas. Daniele cita que o Itaú trabalha com taxa personalizada, que varia de acordo com o perfil do cliente, mas a taxa de balcão aumentou para 10,4% ao ano e prazo máximo de 30 anos.

á o Bradesco aumentou a taxa de SFH, que está variando entre 9,8% e 11% ao ano, e no SFI de 10,4% a 14% ao ano, também com prazo máximo de 30 anos.

O Santander criou taxas diferenciadas dependendo do percentual a ser liberado. Clientes SFH com financiamento menor de 50% do imóvel (10,8% a 11,3% ao ano) e entre 50% e 70% (11,4% a 11,5% ao ano); clientes SFI com financiamento menor de 40% do imóvel (11,5% a 11,9% ao ano) e entre 40% e 70% (12,4% a 12,5% ao ano).

Para clientes Select o percentual poderá chegar a 80% e a taxa de juros a 9,9%, com prazo máximo de 35 anos. No Banco do Brasil, a taxa é de 10,4% ao ano para clientes SFH ou SFI, com prazo que pode chegar até 35 anos.

“O crédito não está mais difícil, mas o dinheiro está mais caro com o aumento da taxa de juros. Dessa forma, é importante que o cliente pesquise as melhores alternativas de taxas e também os  preços dos imóveis”, aconselha Daniele.

Aprovação de crédito para o financiamento imobiliário
Daniele explica que, para a aprovação do crédito do cliente, o banco leva em consideração se existe algum apontamento nos órgãos de proteção ao crédito (SPC/SERASA) e se o cliente salda suas dívidas pontualmente, além de avaliar qual a fonte de renda e o tempo de atividade.

“Outra questão importantíssima é o percentual máximo da renda que é possível comprometer. Os bancos normalmente comprometem até 30% da renda do cliente, lembrando que é feita uma consulta ao SCR (Sistema de Informações de Crédito do Banco Central)”, afirma.

O SCR é um sistema de consulta e registro de operações de crédito, avais e fianças prestados e limites de crédito concedidos por instituições financeiras a pessoas físicas e jurídicas no país. Atualmente, são armazenadas no banco de dados do SCR as operações dos clientes com responsabilidade total igual ou superior a R$ 1.000,00 (mil reais) a vencer e vencidas, e os valores referentes às fianças e aos avais prestados pelas instituições financeiras a seus clientes, além de créditos a liberar contabilizados nos balancetes mensais.

Daniele alerta que, para analisar a capacidade de pagamento do cliente, os bancos levam em conta as informações disponíveis no SCR. “Caso o cliente tenha um alto comprometimento no curto prazo é muito provável que o crédito seja recusado mesmo que não tenha nada vencido”, adverte.


por Zap imóveis.com.br